Em vários países do mundo, e agora recentemente no Brasil, precisamente em São Paulo, é proibido o uso de cigarros em locais públicos fechados, numa tentativa de diminuir os males do cigarro. É uma ação com boas intenções, visto que os não-fumantes não são obrigados a conviver com a toxinas e outros malefícios do cigarro. Embora seja uma boa idéia, o governo não pode impedir o cidadão de fumar dentro de sua casa ou na rua, pois o cigarro é uma droga lícita, isto é, funciona como qualquer outra mercadoria no Estado brasileiro.
Se utilizar imagens chocantes na embalagem do cigarro é alegar a criação de uma política pública, é necessária a revisão de conceitos por parte do governo, pois se torna assim uma omissão de culpa, que é passada ao cidadão por ter tal vício, e que muitas vezes não é; o que lhe faltou foi a conscientização. Apesar de haver campanhas contra o tabagismo, não são de grande alcance e não atingem a faixa de idade que determina o fator de fumante e não-fumante: entre 14 e 18 anos. Porém, como visto na pesquisa de Dr. Ricardo Teixeira, a família a qual o fumo é proibido tem consciência sobre seus riscos.
O ciagrro é caso para o governo se precocupar, mas se houvesse prejetos em que o foco fosse os jovens e suas famílias, teria maisor efeito do que apenas amedrontar por meio de imagens desagradáveis. Não só diminuiria seu número de mortos por complicações do cigarro, como também deixaria fechado um possível caminho para drogas ilícitas. De maneira simples é que se obtem resultado, portanto é necessário foco pequeno porém preciso, para se ganhar no futuro.