As ações ecoterroristas estão cada vez mais comuns no cotidiano. O que, na verdade, é uma tentativa (apelativa) de “salvar” o mundo, tendo em vista os danos já feitos pelo homem e sua sociedade. Embora muitas vezes esse método funcione, os estragos ainda superam essas ações.
Envenenar panetones, destruir laboratórios, incendiar empresas. Se estas obras são o único meio de chamar atenção à causa em questão, há de se precaver o dano causado à própria espécie, pois assim, grandes avanços tecnológicos são impedidos. Apesar dos ecoterroristas pregrarem um bem comum em um futuro próximo, não levam em consideração um bem presente, mesmo sabendo que existem leis para regulamentar pesquisas e emissões de poluentes.
Não é possível a comparação entre homens e animais, pois o animais sabem em seu instinto como conviver em harmonia com o ambiente. Contanto que o ecoterrorismo deixe de ser terrorismo e faça criar conscientização, só assim poderá ser cogitada a igualdade e equilíbrio entre homem e ambiente.